Pudim de aveia e chia com morangos e bagas goji.

Olá rainhas!

Vamos nos esforçar para comer um pequeno almoço nutritivo. Acreditem que não há melhor maneira de começar o dia.

A inclusão de fruta na dieta diária é necessária para um bom funcionamento do teu organismo.

Não á como desvalorizar esta frase.

Antes de sair de casa toma um pequeno-almoço em que a fruta esteja sempre
presente e que seja a personagem principal do teu prato.

Podes consumir mais fruta nas refeições principais e/ou nos snacks.
Brinca com as cores dos diversos frutos o que, além de apelativo, garante
o consumo de diferentes nutrientes e evita a monotonia.

Quando comprares fruta escolhe a fruta mais madura e de preferência biológica se as circunstâncias o permitirem. Combine-as com iogurte vegetal e uma colher de linhaça, cereais integrais e sem açúcar, granola caseira ou com umas panquecas de aveia ou waffles. O importante é escolher bem com a tua saúde em mente.

Sempre que necessário nas correias do dia-a-dia, recorre ao sumo de 100% fruta e vegetais feitos na hora ou um batido com sumo de laranja, água, água de coco ou leite vegetal.

Aveia e chia 30g/20g

leite de amêndoa sem açúcar (o suficiente para cobrir a mistura de aveia e chia)

1 Banana cortada ás rodelas finas

3 tâmaras medjool (opcional)

Deixa o preparado no frio de um dia para o outro, depois de manhã é só acrescentar mais um pouco de fruta á tua escolha. Eu fiquei pelos os morangos.

Beijinhos Rainhas

Racismo entre nós.

O Racismo é a crença em que uma raça, etnia ou certas características físicas sejam superiores a outras.

Olá rainhas

A linda diversidade dos tons da pele negra

Há vários tipos de racismo. Racismo individual, institucional, estrutural, cultural e entre outros.

Contudo o racismo que poucos se atrevem a falar e de admitir que existe é o racismo entre nós os negros.

Em Inglaterra à muitos anos atrás onde eu vivi grande parte da minha vida, fui várias vezes questionada sobre o porquê de ser “clara” como se fosse um defeito da fábrica África. Porque tinha as feições finas? Porque é que tinha o cabelo encaracolado – a tua mãe, o teu pai ou os teus avós eram brancos”? A sério!!!?? Isto vindo de outra negra. Eu ficava furiosa com esse tipo de comentário porque questionavam a minha autenticidade e a minha negritude.

Lembro-me de um momento em particular na minha adolescência, ouvir colegas da escola a comparem a tonalidade da cor de pele e a categorizarem-se na variada palete de cores da pele negra. Lembro-me perfeitamente que fiquei triste, chocada e foi um momento que marcou a minha adolescência, porque para mim independentemente da minha tonalidade eu era negra e africana.

Imagina o que é na tua adolescência ouvir comentários racistas de brancos e viver o mesmo no meio da tua gente.

Já em adulta, presenciei inúmeras vezes mulheres negras a serem categorizadas e a categorizarem-se a elas próprias pela tonalidade da sua pele. Muitas durante anos alimentaram-se dessa falsa ilusão de distinção e superioridade para própria vantagem. Nem que isso implica-se pisar noutra “irmã” africana.

A beleza e a riqueza da nossa cor é o que nos difere do resto do mundo. Para quê categorizar?

Independentemente da nossa tonalidade é a cor negra que nos une, que nos identifica e que nos define aos olhos do mundo.

Não consigo compreender como os negros são tão rápidos a reconhecer o racismo como o que lhes é dirigido pelos brancos, latinos, asiáticos, etc mas falham em ver o racismo muito real que existe dentro da nossa comunidade uns com os outros.

Há quem diga que não é real mas se os brancos desaparecessem amanhã do planeta, o colorismo ainda existiria nas nossas comunidades e essa é a parte mais triste.

Aos olhos do mundo, negro é negro seja ele escuro ou claro. Isso nunca vai mudar.

Já algumas de vocês experienciou este comportamento?

Beijinhos rainhas!

Nasceu finalmente a UNA, a União Negra das Artes em Portugal

Uma das soluções há muito apontadas como solução para a criação de uma comunidade negra livre das amarras de um sistema racista e opressor é a união, através de organizações que possam constituir um elemento de pressão junto das entidades políticas e sociais. E que sirva sobretudo de rede de apoio ao desenvolvimento, crescimento e […]

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