Inspiração renovada!

No final, encontrei em mim e em vocês a inspiração que eu precisava.

Olá minhas rainhas!

Fiquei demasiado tempo ausente do nosso blog.

Mas como aqui é um cantinho de partilha, fica aqui um pouco do que se tem passado.

A ideia que eu tinha inicialmente para o blog, deixou de fazer sentido e com isso a minha inspiração esmoreceu e deixei de escrever no blog .

Não fiquei totalmente parada porque a escrita nunca para. Eu tinha era que decidir de uma vez por todas o que realmente achava que era importante partilhar e que acima de tudo fosse uma fonte de inspiração e motivação para vocês.

Dos vários assuntos que eu gosto, que acho importante partilhar e que continuarei a abordar aqui no blog, vou dar mais destaque á alimentação saudável vegan, com toque africano e ao estilo de vida saudavel e ativo.

Ajudar as mulheres africanas a mudarem o seu estilo de vida sedentário e pouco saudável para uma vida mais saudável, ativa e equilibrada é a minha motivação.

No final encontrei em mim e em vocês a inspiração que eu precisava.

Espero inspirar-vos a serem a melhor versão de vocês mesmas.

Africa é a nossa essência.

Beijinhos

Sem ti, a BANTUMEN deixará de existir

A BANTUMEN está a celebrar seis anos de vida. Seis anos a criar uma estrutura que sirva de escudo para uma comunidade que está agora a aprender a ter amor próprio e a acreditar em todo o esplendor da sua potencialidade. Este projeto é fruto da veia empreendedora de Eddie Pipocas e Vanessa Sanches, aliado […]

Sem ti, a BANTUMEN deixará de existir

Reconhecer-se negra é ato de resistência — Me empresta seu óculos?

Olá minhas rainhas😊

Partilho com vocês este texto, que encontrei numa pesquisa de blogues.

Gostei muito do que li. Gostei pela sua simplicidade, pelas palavras directas e porque eu pude relacionar-me com o que esta jornalista escreveu. Seguramente se o lerem vão saber do que eu estou para aqui a escrever.

O que acharam do texto?

Eu gostaria de saber a vossa opinião.

Beijinhos e boa leitura.

 

Ser negra nos dias de hoje talvez seja um pouco menos difícil do que foi para minha mãe,avó, bisavó e outras ancestrais negras. Mas, isso não elimina o racismo presente nos diasatuais. Levei quase 22 anos para me reconhecer negra, entender as batalhas enfrentadaspor conta da cor da pele e perceber que independentemente do que […]

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